Candidatos da arte
Representante do Ministério da Cultura avalia locais em Joinville e que podem receber recursos do projeto Mais Cultura. Valor pode chegar a R$ 8 milhões
Modernização de bibliotecas, incentivos à leitura, cineteatros e espaços culturais são os projetos que os joinvilenses poderão receber com a aplicação do projeto Mais Cultura. Na última sexta-feira, mais um passo foi dado. O diretor de Programas Integrados do Ministério da Cultura, Vinícius Palmeira, fez uma visita técnica a sete espaços culturais da cidade. Entre eles, projetos já desenvolvidos nos bairros locais. A partir da visita, o ministério decidirá quais propostas devem ser apoiadas em Joinville. Se aprovado, o município receberá até R$ 8,1 milhões dos recursos destinados à cultura.
Entre os indicados estão o da criação da Casa de Imagem e Som, na antiga Prefeitura; a Secretaria Regional de Pirabeiraba e do Vila Nova; o galpão da Ajote (Associação Joinvilense de Teatro), na Cidadela Cultural Antarctica; o Museu Arqueológico de Sambaqui; a Associação de Moradores e Amigos do Bairro Itinga (Amorabi) e a Biblioteca Municipal Rolf Colin.
Assinado em novembro, o convênio com o governo federal visa à acessibilidade dos joinvilenses à produção artística e a bens culturais. Dos lugares visitados, Palmeira adiantou que os moradores do Vila Nova e do Itinga devem receber os recursos. O representante do ministério veio à convite do presidente da Fundação Cultural, Silvestre Ferreira, e realizou as visitas acompanhado pelo produtor e ator Cristóvão Petry.
Em geral, os recursos do Mais Cultura se destinavam ao eixo Rio-São Paulo e Minas Gerais. Mas o ministério busca uma distribuição equilibrada de verbas. “No ponto de vista do ministério, temos Joinville como um lugar estratégico para o governo. Santa Catarina está de parabéns. Eu vim observar na cidade como os joinvilenses responderão ao acordo. Acho que vai sair [o recurso]”, explica Palmeira. O representante também elogiou a Fundação Cultural de Joinville, o museu e a Amorabi.